Na última semana foram realizadas, em Arapoti/PR, a Capacitação Técnica e a entrega do quarto Relatório do Plano de Mobilidade Urbana do Município de Arapoti. Lideradas por Luziane Machado Pavelski, ao lado de Amanda Gallucci e Pedro Pompilio, engenheiros civis do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (ITTI), as reuniões visaram apresentar o andamento dos estudos e instruir os servidores municipais sobre o futuro Plano de Mobilidade Urbana da cidade.

Acatando às recomendações dos órgãos de saúde para a prevenção contra o novo coronavírus, na reunião de Capacitação Técnica para os servidores da prefeitura, foram apresentados os elementos de monitoramento e os indicadores aplicados ao plano de mobilidade urbana. Na ocasião, os engenheiros do ITTI apresentaram o que é o monitoramento, como deve ser executado e como ele atende às metas propostas para o município, considerando o seu perfil e suas particularidades.

Já na segunda reunião, realizada no período da tarde, foi entregue oficialmente o quarto Relatório do Plano de Mobilidade Urbana de Arapoti, que contempla a Meta 2.1, sobre as diretrizes que definem as orientações básicas para a elaboração das propostas, e a Meta 2.2, que dispõem sobre as ações necessárias para alcançar os resultados esperados pelo Plano de Mobilidade à curto, médio e longo prazo.

Participaram desta reunião o engenheiro civil José Mauro Afonso, secretário municipal de Infraestrutura; Ítalo Antônio Nadal, engenheiro civil e membro do Conselho de Desenvolvimento Urbano do município; os vereadores Ricardo Pedroso e Divair da Silva; e representantes da sociedade civil interessados no projeto.

Durante a apresentação do conteúdo do Relatório, buscou-se verificar a validação dos critérios estabelecidos durante a elaboração do Plano de Mobilidade, como a abrangência e os prazos de execução das ações previstas, bem como o investimento estimado. Além disso, discutiu-se também outras opções de mobilidade além do transporte motorizado, como a ciclomobilidade, e a implementação de infraestruturas, como uma nova sinalização de tráfego, instalação de uma passarela e a criação de um conselho para acompanhar as questões relacionadas à coordenação de mobilidade, que será estabelecido pela gestão pública futuramente.